Aparecida: na estreia em debates de presidenciáveis, Haddad vira alvo de ataques

Conforme o Estadão, o petista foi questionado pelas denúncias de corrupção, associado à crise econômica instalada no país, originada, de acordo com os oponentes, no governo Dilma Rousseff.

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Sem Jair Bolsonaro (PSL), que se recupera do atentado sofrido em Minas Gerais, e finalmente com um representante do PT na corrida ao Palácio do Planalto, o debate de presidenciáveis, promovido nesta quinta-feira (20) pela TV Aparecida teve um novo foco: o estreante nos embates e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Conforme o Estadão, o petista foi questionado pelas denúncias de corrupção, associado à crise econômica instalada no país, originada, de acordo com os oponentes, no governo Dilma Rousseff.

O substituto do ex-presidente Lula, que segundo as pesquisas de opinião de votos aparece na segunda colocação, atrás do capitão da reserva, escolheu o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), como principal oponente. Dirigiu a ele questionamentos sobre o apoio dos tucanos à aprovação da reforma trabalhista e a emenda do Teto dos Gastos, do governo Michel Temer.

Do ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) ouviu a responsabilização da política implantada pelo PT para o atual momento de turbulência econômica do país. Haddad chamou o emedebista de ingrato e ressaltou que o Meirelles foi, por oito anos, presidente do Banco Central nos governos Lula.

Chamando o petista de “porta voz da tragédia, representante do caos”, o senador Álvaro Dias (Podemos) afirmou que o PT distribuiu a “pobreza para todos e a riqueza para alguns”. Em resposta, Haddad citou o Bolsa Família e outros programas sociais implantados pelo partido nas gestões de Lula e Dilma como contraponto à fala do parlamentar.

Já o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), em tom ameno, ressaltou que o PT ficou 14 anos e não promoveu nenhuma reforma, inclusive a tributária: “O grande pacto do PT com PSDB nunca permitiu mudar o sistema”. Para o petista, Lula “fez uma das maiores reformas tributárias às avessas do País”.

 

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