Vídeo emocionante mostra pai ouvindo voz da filha pela primeira vez

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Surdo desde 1 ano e 8 meses, Eduardo Favaro teve a audição ativada por um implante coclear. Momento foi compartilhado no Facebook e já conta com mais de 45 mil visualizações.

Imagine a sensação de ouvir pela primeira a voz da própria filha? Surdo desde a infância, após a realização de um procedimento médico Eduardo Favaro emocionou toda família ao escutar o chamado de Maria Eduarda, de 6 anos.

Acometido por surdez bilateral desde 1 ano e 8 meses de vida em virtude de uma meningite, nesta semana Eduardo, aos 35 anos, pôde ter a audição de um dos ouvidos reestabelecida depois da ativação de um implante de cóclea – que são pequenos dispositivos eletrônicos implantados cirurgicamente que pegam e processam sons, e os entregam diretamente no cérebro.

“Quando fui crescendo foi surgindo a vontade de ouvir, como na minha família não havia nenhum surdo, eu queria ouvir como eles. Mesmo depois de várias tentativas em centros especializados em audição e tendo resposta de que não teria possibilidade no meu caso, eu não perdi a esperança. Eu não esperava toda essa repercussão, não estou acostumado”, conta Eduardo. Ele compartilhou em seu perfil pessoal o vídeo em que ouve pela primeira vez a voz da esposa e das filhas, e chora ao escutar a mãe. O vídeo já conta com mais de 45 mil visualizações, além de centenas de comentários e compartilhamentos.

“O Eduardo não esperava recuperar a audição, todos nos surpreendemos. Foi emocionante! Principalmente quando a Eduarda falou ‘papai’ e ele identificou”, afirma Fabrícia Favaro, a esposa. Além da companheira e da filha, o vídeo contou também com a emoção dos quatro irmãos e a mãe de Eduardo, que vieram do Paraná especialmente para presenciar o momento marcante. O procedimento foi realizado em Brasília, no Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia, pelo médico Fayez Bahmad, referência nacional em reabilitação auditiva.

Agora, depois do implante, o acompanhamento médico de Eduardo continua e contará com auxílio de outras especialidades. Isso por que é preciso estimular o cérebro com algumas metas terapeuticas para que ele se adapte a nova condição, como conta a fonoaudiologa Fernanda Caldas. “Ele terá que fazer terapia fonoaudiológica e programação do implante duas vezes por semana com intuito de reabilitar a audição e usar o máximo do novo potencial auditivo”, explica.

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